Domingo, 15 de Março de 2009

2.
 

Queria dizer-te uma coisa que nunca te disse. Mas nunca vem a propósito. Quando ficas em silêncio muito tempo apetece-me quebrá-lo e dizer-te assim sem mais. Mas então sou eu que tenho medo. De não conseguir dizer senão outra coisa, se bem que próxima, e te conduza inevitavelmente ao engano. Então digo-te uma coisa qualquer para avaliar do teu estado de espírito e chego à conclusão que ainda não é tempo. Por vezes creio que já te disse sem querer, por outras palavras. Tu não ouviste ou não quiseste ouvir ou não achaste necessário prestar atenção, esforçares-te a responder. Quando for preciso vai ser tarde demais. Sim, é isso, se calhar é isso. É uma coisa para te dizer depois, quando já não estiveres aqui ao meu lado para a ouvires. Uma coisa do tipo: quando me quiseres eu já não vou estar aqui para te querer.

 
 
5.
 

Fecho os olhos e vejo-te. Vens a mim quando te não quero. Há coisas que se não devem querer. Tu és uma delas, doce veneno.

Agora já não há segredos. Corremos sem saber se vamos a tempo de saltar. Se queremos.

Nesta existência precipitada, imprevisível. De noite. Pequenos nadas.

 

 

in ‘ Nos

teus

braços
morreríamos’
 
Ela disse
2. e 5.
(pág. 43 e pág. 45)
 

Pedro Paixão

(2.1. Ela...)

 

 
Se me lesses o pensamento,
Folheando-o,
Página por página,
Afagando-me as expressões?
Outrora, fazia-lo,
Com tanto jeito.
 
Ficava quieta, recordas-te?
Enquanto te desenhava,
Uma vez corpo,
Quente,
Cobrindo o meu,
Como um campo,
Em Setembro,
Acabado de ceifar,
Por tão dourado;
Outra vez, essência,
Uma alma alva,
A que eu adorava tocar,
Cobrir de beijos,
Por tão ansiosa estar,
Apesar de me olhares, quieta…
 
Ai, como era mágica a sensação,
Como adorava que me envolvesses.
Todas as vezes que te “fugia”
Voltava.
Escondia-me na fantasia,
Neste toca e foge
Que nos diferenciava dos demais…

 

Fotografia de © G. Rossenbach/zefa/Corbis

 

(... pensa...5.1)

 

Hoje,
Apenas te peço:
Que não invadas
Este turbilhão de coisas
Que me vai cá dentro,
Que não me adivinhes,
Que não me folheies.
 
Estou sentada lá,
Naquela esplanada…
Quero lá saber que me vejam chorar!
Pouco me importa!
 
Afinal,
Quanto valeu o momento?
Pouco, já viste?
Valeu tão pouco!
 
 
Outubro 2005

 

 

 



publicado por Cris às 16:33 | link do post | comentar | favorito

26 comentários:
De Adrian LaRoque a 1 de Abril de 2009 às 01:12
Minha amiga tem momentos na vida que valem por tudo...Como eu gostaria de te folhear mesmo que fosse contra a tua vontade! (risos)
Mas olha, acredita que vale a pena folhear-te pare ler o que escreves, parabéns!


De Cris a 2 de Abril de 2009 às 00:11
Mas há outros que não, Adrian.
Há outros que nos doem, que se eternizam por dentro de nós.

Apesar de tudo, bom saber que gostas de [me] ler.
É com o mesmo prazer que vou ao teu fotolog ver como olhas/vês e venho sempre com vontade de trazer mais do que uma das tuas imagens.

Abrao deste lado do oceano





De Cris a 2 de Abril de 2009 às 00:12
Corrijo-me :)
Abraço*


De Adrian LaRoque a 2 de Abril de 2009 às 22:00
Cris, para ti as minhas fotos estão sempre disponíveis. Leva o que precisares. Só devemos fazer de momentos aqueles que foram bons na vida. Os outros não são momentos...são passagens.

Um grande abraço para ti.


De Cris a 3 de Abril de 2009 às 00:28


Eu gostava, podes crer, de conseguir fazer dos momentos menos bons (Já fiz progressos, apesar de tudo, já não digo que são maus) passagens...mas, ainda não cheguei a essa fase. Mas hei-de chegar!
Quanto às fotos, às tuas?
Não digas duas vezes que tas "levo" todas ;)

Beijo


De Paulo Mello a 19 de Março de 2009 às 14:37
Fiz uma pausa no trabalho para visitar os dois sítios que mais gosto: o teu e o da minha amada (risos).

Apenas para desejar um BOM-DIA, mas daqueles recheado de ALEGRIAS e de muita PAZ.

Que o Poder Infinito esteja sempre contigo, minha boa amiga! Te abençoando e cobrindo de LUZES os teus caminhos.

Meu abraço fraterno,
PMello


De Finurias a 18 de Março de 2009 às 14:17
Gosto particularmente das entrevistas que o Pedro Paixão dá. um misto de loucura inocente :)


De Cris a 19 de Março de 2009 às 00:42
Há quem o critique, que ache que ele parou no tempo. Discordo.Eu gosto da forma como escreve. Escreve o que sente.Gosto.
Alguém com quem seria interessantíssimo conversar.
E ser capaz de assumir publicamente uma doença como aquela, que não é física( ou é muito mais do que tão só física), que consome, (muito) por dentro?
Fez-me gostar ainda mais de o ler, podes ter a certeza.


Beijo e... que bom "ver-te" por aqui, Tozé.


De Paulo Mello a 18 de Março de 2009 às 12:36
Cris, conheço bem esta dualidade de sentimentos e de emoções, pois de vez em quando sou tomado de assalto por eles. Não há como evitar, e acredito que todo ser humano sensível passa por estas fases. Por aqui estamos recebendo o OUTONO, e aí neste hemisfério é a PRIMAVERA que chega. Por mais que eu possa desejar que ela entre no teu coração com a sua forma mais bonita, bem sei Cris, que só tu mesmo saberá como recebê-la.

Estava procurando algo para a minha amada, e ao deparar com este texto da nossa grande Cecília Meireles, pensei que talvez pudesse agradar a ti também. É longo, mas quem sabe ao lê-lo tu consigas esquecer um pouco as coisas "menos boas" que estão a acontecer. E até quem sabe, ao final da leitura, a verdadeira PRIMAVERA, aquela florida e de excelente perfume, possa chegar ao teu coração numa forma mais bonita!? De qualquer forma, espero valer a tentativa (risos).

"A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.

Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.

Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.

Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.

Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.

Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.

Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.

Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.

Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera."

Com meu abraço fraterno ficam os cumprimentos sinceros do
PMello



De Cris a 18 de Março de 2009 às 23:48
Lindíssimo, Paulo!
Olha este excerto:

"Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou."

Como ela escrevia tão bem, tão bem!


Perdoa estar tão parca de palavras, hoje.

Abraço com carinho




De Paulo Mello a 17 de Março de 2009 às 12:39
Cris, hoje eu estou um pouco melhor depois de ouvir a voz do meu anjo e de ver a postagem que ela fez. Vê-la feliz me deixa também mais alegre, mesmo que não seja eu o motivo de sua alegria, mas sim o passeio que ela deu com alguém muito especial... (risos), só falta agora eu sentir ciúme dessa pessoa também... para entender só indo lá ler o que ela escreveu (risos).

Mas foi por conta da alegria dela que lá registrei uma poesia do Araújo Jorge (já falei dele para ti), e senti vontade de vir depositá-la aqui no teu sítio. Veja como é bonita.

MANHÃ PARA SER FELIZ

Esta é uma manhã para ser feliz
em um lugar, de algum modo,
é uma manhã para ser feliz...

Esta é uma manhã para dois, para dois juntos
abraçados e tontos, num remoinho
não como nós, eu aqui, diante do sol, das árvores,
de tudo envergonhado porque estou sozinho...

Esta é uma manhã que me fala de ti, nas nuvens,
na transparência do ar,
neste azul do céu, imaculado,
na beleza das coisas tocadas de sonho
e imaturidade...

Uma manhã de festa
para ser feliz de verdade!
Esta é uma manhã
para te Ter ao meu lado...

Quando Deus fez uma manhã como esta
estava com certeza apaixonado...

Espero sinceramente Cris, que ela alegre um pouco o teu coração, já que eu não posso colocar nele as ALEGRIAS e a PAZ que eu gostaria tu pudesses sentir sempre.

Agora, vamos ao trabalho, pois há muito o que fazer e infelizmente por aqui está tudo atrasado (risos).

Fica o abraço fraterno de sempre,
PMello


De Cris a 17 de Março de 2009 às 20:04
Fenómeno curioso este que acontece, Paulo. A chegada da Primavera põe-me num estado que não consigo definir. Não é bom, tento contrariar este estado de espírito que teima em entrar...

Fez-me bem o poema, e, não fez.
Fico feliz por ti, por todos os "Paulos" que estão assim, de sorriso aberto.

Acredito num tempo bom que virá...acredito...mas, desde há uns dias para cá, queres crer que há até certas músicas que adoro e que não consigo ouvir porque "desabo" num choro?

Com me diz uma amiga muito, muito querida, é cabeça a dizer que sim e o coração a dizer que não... e ando neste equilíbrio que me faz "afastar" e deixar de ver coisas bonitas, da forma como elas de facto merecem ser olhadas, disfrutadas.

Deixo-te um abraço e que tudo o que vocês querem, almejam, seja a vossa mais Feliz Realidade.

Tudo de bom, Amigo.
Começp seriamente a pensar deixar o lugarejo, este, repousar, uns tempos.






De Paulo Mello a 16 de Março de 2009 às 23:31
Agora que fui ler os comentários foi que vi o dela... que confusão foi aquela que ela arrumou?
(risos)


De Paulo Mello a 16 de Março de 2009 às 23:28
"Queria dizer-te uma coisa que nunca te disse. Mas nunca vem a propósito. Quando ficas em silêncio muito tempo apetece-me quebrá-lo e dizer-te assim sem mais. Mas então sou eu que tenho medo."

O texto todo é muito bonito, mas destaquei esta parte apenas para dizer, minha boa amiga, que eu nunca deixo nada por dizer, sou impulsivo, e muitas vezes pago por isto. Quando ela fica em silêncio por muito tempo eu tenho a ousadia de quebrá-lo e muitas vezes o faço sem nenhuma habilidade por medo de que ela esteja com o pensamento longe de "nós". Confesso, Cris, que o silêncio me incomoda, o dela principalmente, e ela é muito introspectiva, muitas vezes se recolhe e vai para um lugar em que não consigo ter acesso. Tento respeitar este seu momento, mas de repente lá estou falando alguma coisa, querendo saber onde ela está, o que faz tão longe de mim. Muitas vezes eu acho que ela sente falta do outro coração e que fica pensando no que havia dentro dele... ai que bobagem!

Algumas postagens tuas, Cris, me fazem refletir na minha vida.

Hoje estou meio tristonho, preocupado até com o excesso de trabalho a que ela está se propondo, contrariando ordens médicas, mas enfim, são problemas que me afligem, mas que vão passar, tenho certeza.

Desculpe o desabafo, e fica com meu abraço fraterno e meus respeitos,

PMello


De Cris a 16 de Março de 2009 às 23:37
Paulo,
Somos dois, então... estou para lá de triste.

Perdoa não conseguir dizer mais nada

Faz por ficar melhor e cuida bem da tua Companheira de Vida. Nada como um Ombro, mas um Ombro Verdadeiro, que nos Gosta, estejamos nós bem, menos bem, tristes, sem vontade seja lá do que for... Alguém que nos GOSTE INCONDICIONALMENTE!



De Oui C'est Moi a 16 de Março de 2009 às 22:13
Sinto-me uma ignorante não conheço o texto.

Brincadeiras de apaixonados, momentos bons deliciosos, ternurentos, apaixonados, e lágrimas pois que também existem nessa emoção que nunca entendi.

Beijos Cris.


De Cris a 17 de Março de 2009 às 00:02

Nunca entendeste? Quem vai ao teu espaço intui que a entendes, sim, meu doce e como, Amiga!
Este livro do Pedro Paixão é dos mais bonitos dele,(para mim) e, se há pessoa que escreva bem, ele é uma delas.
Numa das tuas idas à livraria, pega num livro dele. Olha, se o encontrares (com certeza que sim) pega neste e lê-o.

Beijo e continuação duma semana calma com tudo de bom


De Oui C'est Moi a 17 de Março de 2009 às 21:10
:) Obrigada pela sugestão. Provavelmente deveria fazer isso. :)

Beijos Cris


De Cris a 17 de Março de 2009 às 23:05
Tens lá, num outro lugarejo, a resposta.
Obrigada eu, 'Miga.

Beijo


De Mariz a 16 de Março de 2009 às 21:42
Salvé mulher momento!

Pedro Paixão...pois...
Nada melhor para acompanhar algo que se retém na memória dos sonhos.
Simples ou talvez não.
A simplicidade é uma forma de estar.
É sentir na simplicidade de nós,
sem alarde, sem mau estar,
sem penas, ou tagarelicel.
Ser simples...é ser-se natural.
Foste!
És!
Os outros serão? Não faz mal...
arrecada o doce escutar do coração.
E depois...
na doce recordação
se é isso que te dá ânimo...
em recomeçar ou talvez não...
Que não te choquem os começos
Nem o amanhã simples...de estar!

Deixo aqui
Um jarro de uma só pétala
uma corola amarela
flor branca... Una!
pousada na janela

Sempre...
Mariz





De Mariz a 16 de Março de 2009 às 21:47
errata:

"na simplicidade de nós"

deveria ler-se:

"È SENTIR A INFINIDADE EM NÓS"


De Cris a 16 de Março de 2009 às 23:42
Um dos comentários mais carinhosos que tive, aqui, ou, em qualquer lugar, sem dúvida
Do fundo do coração, um abraço imenso, Maria.






De Mariz a 17 de Março de 2009 às 01:02
Salvé Crisssssssss

Depois de ler o que me deixaste...fiquei tão estupfacta que vim ler de novo o que te deixei - já não me lembrava...
- as palavras saiem no momento e depois....

Exageraste...
muito.
Mas o abraço soube-me bem...também.
Encontrei aqui outra gralha:
TAGARELICE (SEM "L" NO FIM)!

queres ver que foi esta palavras que te fez sorrir...???
srsrsr

Outro jarro deixo.
Sempre...
eternamente...
Mariz de Maria (como diz o Paulo)


De Beatriz a 16 de Março de 2009 às 17:20
Valeu muito, minha linda! Valeu estar aqui e conhecer um pouco da obra do Pedro Paixão que, confesso, nada eu conhecia.

Muitas vezes queremos dizer coisas que nunca dissemos por achar que não seremos compreendidos. E com isto ficamos aguardando indefinidamente aquele momento que nos pareceria razoável a se dizer o que há para ser dito. E muitas vezes o perdemos... ou então dizemos no momento errado, ou até no momento que nos pareceu certo, mas que de forma errônea não foi bem aceito no coração do outro.

O primeiro texto é riquíssimo de significados, Cris, e enseja nossas reflexões sobre o assunto.

Sem dúvida, uma expressiva postagem , com o teu toque pessoal, inconfundível, trazendo a delicadeza da tua alma.

Uma semana linda pra ti, inundada de sorrisos, de alegria, de Paz.

Meu carinho num beijo no teu coração!

Da tua
[Error: Irreparable invalid markup ('<br [...] <a>') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]

Valeu muito, minha linda! Valeu estar aqui e conhecer um pouco da obra do Pedro Paixão que, confesso, nada eu conhecia. <BR><BR>Muitas vezes queremos dizer coisas que nunca dissemos por achar que não seremos compreendidos. E com isto ficamos aguardando indefinidamente aquele momento que nos pareceria razoável a se dizer o que há para ser dito. E muitas vezes o perdemos... ou então dizemos no momento errado, ou até no momento que nos pareceu certo, mas que de forma errônea não foi bem aceito no coração do outro. <BR><BR>O primeiro texto é riquíssimo de significados, Cris, e enseja nossas reflexões sobre o assunto. <BR><BR>Sem dúvida, uma expressiva postagem , com o teu toque pessoal, inconfundível, trazendo a delicadeza da tua alma. <BR><BR>Uma semana linda pra ti, inundada de sorrisos, de alegria, de Paz. <BR><BR>Meu carinho num beijo no teu coração! <BR><BR>Da tua <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Calunguinha</A> <BR><BR>


Comentar post





mais sobre mim
Dezembro 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

13
14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
25
26

27
28
29
30
31


Artigos recentes

 


...

Bonança

Ti'Mariquinhas, mãos chei...

Infinito

...

...

Viagem

Serenidade

Triste Forma de Amar

Não deixes de nos olhar

Arquivo

 

Dezembro 2009

Outubro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Outros Lugarejos



A-manh-ser
adesenhar
Ao Sabor do Vento

Branco e Preto II
By The Canon Viewfinder

Claras Em Castelo
Claras Manhãs
(A) Clareira
Codornizes
Chris

Da Condição Humana
Dias Desiguais
Doce Modo de Olhar a Vida

Entre Tempos Que Se Tecem
EREMITÉRIO
Estórias de Bicharocos e Bicharada
Estrada de Santiago
(O) espaço azul entre as nuvens
Estúdio Raposa-Luís Gaspar

Flávia Vivendo em Coma

Golden Oldies

Humores

Ilha dos mutuns
(In)Perfeições
Intemporal
It’s going to be, hold it, legendary

(O) jardim e a casa

Madrugadas de Volúpia
Mar de Sonhos
Menina Marota
Microargumentos
Migalhas
Ministério da Soltura

Na Linha das Linhas
noVI TÁ
Nuno de Sousa

Outros Olhares

Palavras da {{coral}}
Palavras em Desalinho
Partilhas
Plan(o)Alto II
Poemas de Amor e Dor
Poesia Portuguesa
poetaeusou...
Poetizando a essência de mim

Reflexões Caseiras
(O)Repórter Alentejano
Revelações...Avulsas

Sal p!car te
Sidadania
Silêncios da Minha Alma

Traços e Letras
Truca-Luis Gaspar

Um olhar sobre...
Uma Nova Cubata

Velas ao Vento
(O) Vento Contra a Cara
Vida de Casado

Webclub
Words


Lugarejos que me encantam



Comércio e Tradição
Fotolog de Ana Rita Pinto

Anúncios grátis
blogs SAPO
subscrever feeds