9 comentários:
De Maria Gomes a 25 de Outubro de 2009 às 19:09
Gostei imenso do blog...sensatez e liberdade expressiva nas palavras postadas. Parabens!


De Adrian LaRoque a 1 de Junho de 2009 às 01:32
Como sempre excelente!

Um beijo!


De Cris a 1 de Junho de 2009 às 01:42
Obrigada, Adrian.
Outro beijo, do lado de cá do oceano.


De Paulo Mello a 31 de Maio de 2009 às 14:39
Cris, minha boa amiga, aqui lendo e sentindo entranhar-se na minha mente uma página onde se misturam ficção (?) e realidade, e onde sobressai uma musicalidade que é rica de pormenores, justamente por se fazer completa no mundo de quem se veste da mais genuína Poesia. Não sei ler-te com o olhar, Cris, por isso não sei falar com precisão daquilo que tu escreves... sei ler-te apenas com os sentimentos, estes mesmos que tu descreves nos teus registros. Descobri que ler-te é procurar não entender aquilo que tu escreves, mas apenas sentir o que escreveste. Difícil? Não! Apenas prazeroso!

Quanto àquele outro assunto... prometi a mim mesmo não tocar mais nele. Faz-me mal falar de saudade, de tristeza, de solidão. Aos poucos vou curar-me de tudo isto. Entrarei aqui apenas para visitar teu sítio e beneficiar minh'alma com teus registros.

Desejo ardentemente que tua semana seja produtiva em coisas boas, alegres, gratificantes, cada vez dias melhores em tua vida e dos teus.

Meu abraço fraterno em cumprimentos sinceros,
PMello



De Cris a 31 de Maio de 2009 às 20:08
Paulo,

Numa altura em que nem tudo corre como gostaria, por motivos que não cabem aqui, soube-me a um abraço amigo, este teu comentário.
Momentos há,(dou-me conta de que há muitos mais do que julgava) em que nos sabe tão bem um aconchego, uma conversa boa.
Foi o que aconteceu, enquanto te "ouvi".
Curioso. Costumo dizer imensa vez que mais do que entender o que o outro, o que estamos a ler, escreve, é bem mais importante, sentir!
A solidão (e é o que está atrás deste conto, a solidão de alguém que perdeu o mais importante que tinha, o companheiro) é dolorosa.
Esta senhora, tão gentil, encontrou, naquele jardineiro, o amigo, (ainda que ele achasse que não) com quem partilhava (sem que ele se tivesse apercebido) os momentos bonitos que viveu, outrora.
Não lhe importava a riqueza, a casa grande.
Importava-lhe o lencinho branco, importava-lhe a companhia dum jardineiro, aquela forma meiga e tão terna como ele cuidava as suas "princesas". Sorria quando ele com elas falava.
Tão importante a amizade, Paulo! Tão importante termos para onde correr, quando mais fragilizados. Tão importante saber que temos alguém e que esse alguém também nos tem!

Obrigada, Paulo.
Quanto ao "resto", fazes bem. Deixa que o tempo amanse, deixa!

Que a semana seja repleta de coisas boas, para ti, para o teu filhote.
Vem sempre que queiras. Eu gosto que venhas, claro que sim!

Um abraço amigo


De Ola a 31 de Maio de 2009 às 09:49
Ola

Fantastico


De Cris a 31 de Maio de 2009 às 20:12

Obrigada, Ola.


De Carla a 31 de Maio de 2009 às 08:29
as tuas palavras têm uma magia tão especial que nos transportam para essa realidade que tu tão bem crias...e, de facto, a vida e a amizade descobrem-se nos pequenos pormenores, nas mais insignificantes palavras
E assim começou bem o meu domingo, com as palavras belas que aqui deixaste
beijo e saudades de passar por aqui


De Cris a 31 de Maio de 2009 às 20:16
Obrigada, Carla. Fico contente que tenha ajudado a começares bem o domingo :)
Já fui ao teu cantinho onde as palavras são tudo menos "desalinhadas", Amiga.
Fica um beijo e o desejo que o resto do teu/nosso Domingo continue a ser bom.



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