De Paulo Mello a 10 de Junho de 2009 às 11:57
Também me deito ao lado da minha solidão... sempre! Belos versos do Engénio de Andrade.

Também fugi de determinado lugar, Cris, procurando sofrer menos, também tropeçando nos soluços. Triste forma esta minha de amar...

Que belo o post anterior, Amiga! Que rica homenagem numa preciosidade de prosa e verso que enriquecem alma e coração! Como gosto da tua forma de escrever, Cris!

Meu abraço e cumprimentos, com apreço,
PMello


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