De Paulo Mello a 10 de Junho de 2009 às 11:57
Também me deito ao lado da minha solidão... sempre! Belos versos do Engénio de Andrade.

Também fugi de determinado lugar, Cris, procurando sofrer menos, também tropeçando nos soluços. Triste forma esta minha de amar...

Que belo o post anterior, Amiga! Que rica homenagem numa preciosidade de prosa e verso que enriquecem alma e coração! Como gosto da tua forma de escrever, Cris!

Meu abraço e cumprimentos, com apreço,
PMello


De Cris a 11 de Junho de 2009 às 15:34
Deixo-te um poema de Eugénio, Paulo, à guisa de resposta ao que não dizes(não digo), por não ser de todo necessário, meu bom Amigo. Como ele tinha no ponta dos dedos as palavras certas!

"Há Dias

Há dia em que julgamos
que todo o lixo do mundo nos cai
em cima. Depois
ao chegarmos à varanda avistamos
as crianças correndo no molhe
enquanto cantam.
Não lhes sei o nome. Uma
ou outra parece-se comigo.
Quero eu dizer:
com o que fui
quando cheguei a ser
luminosa presença da graça,
ou da alegria.
Um sorriso abre-se então
num verão antigo.
E dura, dura ainda."

Belíssimo, como todos os poemas dele, Paulo.
Vai brilhar o sol. Poderá demorar, acharás, mas, vai brilhar, e, tornar-te-ás, de novo, mar chão.

Um abraço com amizade.


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