De Fernanda Paredes a 21 de Julho de 2009 às 19:42
Que poema maravilhoso!! Eu tiro o meu chapéu a essa carga de sensibilidade, adoro! Como sinto a  saudade a rondar a sua escrita  lembrei-me do meu Eugénio de Andrade e a si dedico este belo poema.
 
Devias estar aqui rente aos meus lábios
para dividir contigo esta amargura
dos meus dias partidos um a um
 
-Eu vi a terra limpa no teu rosto,
 Só no teu rosto e nunca em mais nenhum.
 
 
Eu peço desculpa por não pedir autorização para usar uma parte do seu trabalho do Minho! Quando li o do Ricardo, lembrei-me logo do seu...já vi que não se incomodou! Beijos


De Cris a 21 de Julho de 2009 às 22:40
Acertaste em cheio no meu Poeta! Eugénio de Andrade é e será sempre alguém muito especial para mim, por tudo!

Obrigada por me teres "mostrado" aquele blog.
Aquele senhor escreve lindamente.

Mil beijos para ti, Fernandinha e continua com aqueles teus milhões de olhares bonitos, sempre.


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