De LORENZO MONSANTO a 2 de Fevereiro de 2009 às 11:30
Bom dia Cris

Bem...Consegues mesmo deixar-me sem palavras...já é a segunda vez :) Nem sei bem como hei-de responder àquele teu comentário...

Também tenho tido desses dias, onde a paz que reina é tão grande que prefiro deixá-la espraiar-se nas folhas brancas. Nas folhas brancas que a vida vai deixando nesses momentos. A pena que também repousa. O céu que mesmo cinzento se vê e se sente azul.
Nesses dias o peito do poeta ou da poetisa, é o mundo que abarco. Não sinto passado, nem presente e muito menos futuro. Neutralidade, mas grande romaria de emoções no interior de um coração que resplandece - "Jardim de emoção". Dias assim em que a poesia é a própria vida.

Agradeço as tuas palavras sempre agradáveis e que me "puxam" a escrever e a pensar sempre mais.

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